quarta-feira, 1 de junho de 2016

CHARGES: Aécio após gravação

domtotal.com'
01 Jun 2016

Algo sobre relacionamentos com Deus e com o próximo

 domtotal.com
Penso ser um grande erro acharmos que o relacionamento com Deus começa da noite para o dia.
Penso ser um grande erro acharmos que o relacionamento com Deus começa da noite para o dia.
Penso ser um grande erro acharmos que o relacionamento com Deus começa da noite para o dia.
Por Fabrício Veliq*

Nesses dias tenho pensado sobre questões de relacionamentos.

Conversava com uma grande amiga nesses dias e falávamos sobre os diversos distanciamentos que colocamos em nossas relações diárias, seja com os amigos, com os familiares, com nossos parceiros ou parceiras e com Deus.

Seria isso consequência do modo como vivemos nossas vidas hoje, nessa dinâmica desenfreada da ação a qualquer custo? Não é difícil percebermos que vivemos em um mundo que corre.

Cada vez mais estamos sem tempo, mesmo com tantos equipamentos e acessórios para diminuir nosso gasto com ele. Como exemplo, posso citar os módulos bancários para smartphones. Através desses aplicativos pagamos, compramos, consultamos saldos, fazemos transferências e várias outras atividades bancárias, o que, em tese, faz com que tenhamos mais tempo, visto não precisarmos ir ao banco para fazer o que podemos fazer pelo celular. Contudo, mesmo com todos esses dispositivos online, hightech, ultra power blaster, nos encontramos sem tempo para as atividades que, aos olhos de muitos sejam "gastar tempo". Afinal, se há o whatsapp, o messenger do facebook, o hangout do gmail, para que preciso marcar com alguém pessoalmente? Posso mandar uma mensagem virtual e lá estou, presente, com meu amigo, meu familiar, minha igreja, etc.

Gostaria de chamar a atenção para a questão dos relacionamentos na perspectiva do tempo e acredito que isso também pode ser aplicado na nossa relação com Deus, que claro, passa pela nossa relação com o outro.

Para mim, e acredito que para tantos outros, é muito comum ouvir alguém reclamando que está longe dos amigos e longe de Deus. No entanto, percebo que, na maioria das vezes, não nos atentamos que nossa relação com Deus é estabelecida da mesma forma que estabelecemos nossa relação com o próximo.

Penso ser um grande erro acharmos que o relacionamento com Deus começa da noite para o dia, como se, em um momento me sentisse completamente afastado de Deus, e a seguir faço uma oração super sincera, e "boom", estou extremamente íntimo com Deus novamente, e agora sou seu melhor amigo. Os relatos bíblicos mostram que não costuma ser assim.

Se pegarmos vários desses relatos a respeito de criação de intimidade com Deus, percebemos que não aconteceram amizades instantâneas. Como exemplo, cito Abraão que demorou muito tempo para ser chamado amigo de Deus e os apóstolos, que foram chamados de amigos depois de 3 anos de intensa convivência com Jesus, dentre vários outros que poderíamos citar como Davi, Elias e Enoque que nos mostram que a intimidade com Deus não costuma vir da noite para o dia.

Gosto de pensar nessa questão de refazer a intimidade com Deus da mesma forma que penso em refazer uma amizade perdida há algum tempo, seja pela distância, seja pelo esquecimento, seja pelo que for.

No início do retorno nunca temos conversas muito demoradas, geralmente são conversas meio sem graça, com pouco assunto, etc. Podemos acabar por aí e pensar: "é, não somos mais amigos e acho que não vale a pena tentar", ou pensar "hum, bom começo. Há abertura para aprofundar um pouco mais". Escolhendo qualquer uma das duas opções, há sempre a possibilidade do erro de acharmos que voltaremos a ser íntimos nas primeiras tentativas de diálogo.

Para refazer a amizade são necessárias, em grande parte delas, ligações, sair junto, se abrir para o outro, estar disposto a ouvir, e tantas outras virtudes que todo relacionamento requer. Para isso, penso que duas coisas são imprescindíveis: tanto a disposição de se refazer essa amizade, quanto o dedicar tempo para refazer essa amizade.

Impossível intimidade sem gastar tempo com alguém.

Acredito que com Deus seja a mesma coisa. Se quisermos ser íntimo Dele, é necessário dispensarmos tempo com Ele e ter consciência que belas amizades e belos relacionamentos se constroem com o tempo e a disposição em se entregar a esse relacionamento.

Nesse sentido, algo que me chama atenção é o relato da criação em Gênesis 1. Nesse relato, Deus cria o mundo em 6 dias e descansa no sétimo. Deus poderia criar tudo de uma vez só, contudo cria dia a dia. Nos primeiros dias cria as coisas mais simples, das quais dependerá todo o resto da criação para, no último dia, terminá-la.

Não seria esse relato um belo exemplo da construção e restauração de relacionamentos? Da mesma forma que a criação é feita dia a dia, os relacionamentos também devem ser criados lentamente, dia a dia, sem pressa de terminar, somente fazendo o melhor para, no final da construção, poder dizer que era tudo muito bom.

Penso que com essa perspectiva, buscar a Deus e buscar ao próximo se torna um projeto de vida. Sempre estou mais perto e, quanto mais perto chego, percebo o quão distante ainda estou.

* Fabrício Veliq é teólogo, formado em matemática pela UFMG, graduando em filosofia pela UFMG, mestre em teologia pela Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte (FAJE) e doutorando em teologia na mesma faculdade. Atualmente ministra cursos de teologia no curso de Teologia para Leigos do Colégio Santo Antônio, ligado à ordem Franciscana. É protestante e ama falar sobre teologia em suas diversas conversas por aí.

Realidade humana




domtotal.com
A esperança não engana e fortalece o empenho cotidiano na realização do bem para todos.
Os seres humanos necessitam de paz e harmonia entre si, com a natureza e com Deus.
Os seres humanos necessitam de paz e harmonia entre si, com a natureza e com Deus.
Por Dom Paulo Mendes Peixoto*

Todo ser humano, isto é, todas as pessoas deveriam conviver numa realidade de unidade, mesmo respeitando as reais diversidades presentes no meio da sociedade. Há pontos comuns importantes, como é o caso da fé em Deus, vivida em diversas dimensões, mas com objetivos claros; o dom da sabedoria e a confiança na proteção divina, que desperta esperança nas pessoas.

A confiança decidida por Deus, ou a relação íntima com Ele, proporciona paz verdadeira, perseverança real nas dificuldades e autenticidade na prática do amor. Na Festa da Santíssima Trindade, a fonte da unidade, o Brasil todo foi convocado para expressar sua identidade como país cristão, superando os entraves políticos e econômicos que impedem seu desenvolvimento sustentável.

Falando de realidade humana, tocamos no tema da inclusão social, fato que deve ser um dos compromissos efetivos e sagrados do Estado, defendendo o estado de direito, próprio de cada cidadão. As práticas hoje não são condizentes com as necessidades humanas, porque visualizamos atos desumanos e excludentes, deixando na marginalidade grande porção da população brasileira.

Os seres humanos necessitam de paz e harmonia entre si, com a natureza e com Deus. Aí está a fonte da dignidade, do bem-estar e das bençãos fecundas do Senhor. Diz a Palavra bíblica que “a constância leva a uma virtude provada e a virtude provada desabrocha em esperança” (Rm 5,6). É a esperança que não engana e fortalece o empenho cotidiano na realização do bem para todos.

Para se ter compreensão verdadeira da realidade do ser humano, criado à imagem e semelhança do Criador, temos que nos libertar das amarras produzidas pela dinâmica da sociedade moderna. Estamos muito absorvidos pelo pensamento secularista e pelo laicismo, dificultando enxergar a dimensão espiritual, que faz parte essencial presente no coração das pessoas humanas. 

Importa prestar atenção nos desafios da história e descobrir a fonte da dignidade, que está na filiação divina. “Sendo filhos, somos também herdeiros: herdeiros de Deus, herdeiros junto com Cristo” (Rm 8,16-17). Implica também responsabilidade na construção do bem da sociedade, fazendo com que ela seja humana e as pessoas se sintam felizes e corresponsáveis no contexto de sua vida social.


CNBB, 16-05-2016.

*Dom Paulo Mendes Peixoto: Arcebispo de Uberaba.

Contra qualquer estupro

O direito do próximo de não ser violado deveria estar no topo de nossas considerações.
Se a mulher está num estado em que não pode expressar o seu assentimento, é porque ela não o deu.
Se a mulher está num estado em que não pode expressar o seu assentimento, é porque ela não o deu.

Por Alexandre Kawakami*

Há algumas semanas atrás eu escrevi sobre a necessidade de realizarmos o impeachment de algumas formas de discurso não só de nosso governo, mas também de nossos diálogos e de nosso pensamento. Na última semana, essa necessidade se manifestou mais uma vez, da forma mais evidente.

Existem problemas que são sérios, para todos, de forma unânime. Até para os criminosos que os cometem. O estupro é um deles. Sou pai de uma menina que será uma mulher muito em breve. Perco noites de sono imaginando o que faria se ela fosse vítima desse tipo de crime.

Para mim, como para qualquer pai, não existem perguntas sobre o consentimento. Ou ele é expresso e declarado em palavras, atos e sentimentos antes do início, durante e depois do fim do intercurso, ou ele não existe. Fim. Dizer que “ela estava pedindo”, “ela devia saber onde estava se metendo”, “ela não deveria ter bebido e/ou usado drogas”, “isso é resultado de um ambiente sexualizado demais”, e coisa que o valha é atitude de gente ignorante e inconsequente. Se a mulher está num estado em que não pode expressar o seu assentimento, é porque ela não o deu. Se eu dormir no assento do ônibus e alguém levar minha carteira, é roubo do mesmo jeito. E qualificado.

Vão dizer que eu não deveria dormir no ônibus. Eu direi que uma carteira é infinitamente e obviamente menos valiosa do que a dignidade, a integridade, a saúde mental e física de uma pessoa.

A discussão deveria endereçar fatos bastante objetivos como a forma de se localizar os bandidos; os métodos para identificar quem, de fato, cometeu o crime e a melhor maneira de prová-lo; as medidas a serem tomadas para que este crime não ocorra mais, neste caso em específico e de forma geral; como o princípio da sacralidade do corpo, da intimidade e da privacidade humanos, seja feminino ou masculino, deve ser refletido em nossa cultura, em nossa educação, em nossos pensamentos, palavras e ações. Do específico ao geral, em todos os níveis de nossa existência, o direito do próximo de não ser violado deveria estar no topo de nossas considerações.

Mas nesta semana, de tantas formas trágica, não foi isso o que se discutiu.

Primeiramente, veio o tsunami das acusações da “cultura do estupro”. A qual carrega em seu cerne a noção de que nossa cultura tem inerentemente a propensão de fazer da mulher propriedade, o que leva todo o homem a ser um violador em potencial.

Em seguida vieram as cargas de respostas sarcásticas e enfurecidas no desprezo à idéia de que todo o homem é estuprador e na convicção de que toda a feminista é uma feminazi.

E em reação, vieram os gritos escandalosos de que essas próprias respostas eram manifestação da cultura do estupro, uma vez que recusar a existência desta cultura era justificar as ações dos estupradores.

E depois vieram as acusações de que este caso era resultado de políticas paternalistas para com os criminosos propagadas pelos próprios defensores do conceito da “cultura do estupro”, políticas que garantiriam a impunidade destes criminosos de agora e a perpetuação do crime.

E teve mais latidos de cada lado, gente pendurando calcinha manchada de sangue na frente do Congresso de outro, rostos enojados e gritos de “Fora Temer”.    

E num instante, tínhamos nos jogado mais uma vez num tipo de discussão que é nojenta e infrutífera: quem é ao meu favor, e quem é contra mim. Discussão que a esquerda ruim, a esquerda do último governo, adora e de fato precisa. Um tipo de discussão que essa esquerda precisa consolidar e fazer existir, pois é a única modalidade de discurso que consegue manter sua inexistente relevância.

E os que não são desta esquerda, mais uma vez, gastaram seu tempo e seu fosfato engajando-se nesta pseudo “conversa”, como se um lado estivesse sequer fingindo ouvir o outro. Consequentemente, fez-se de tudo: só não se discutiu como levantar-se os fatos do caso, como prevenir que eventos semelhantes aconteçam, e como, verdadeiramente, eliminar algo tão hediondo como o estupro da vida de nossa nação.

Deixo a meus leitores as palavras muito pertinentes de Gandalf, o Cinza:

“Eu gostaria que isso não tivesse ocorrido na minha existência”, disse Frodo.

“Eu também”, disse Gandalf, “e assim também todos os que vivem para ver tempos como esses. Mas não nos cabe decidir sobre isso. Tudo o que temos de decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado”.

*Alexandre Kawakami é professor de Direito Empresarial e membro fundador do Centro de Compliance e Transparência da Escola de Direito Dom Helder Câmara. É mestre em Direito Econômico Internacional pela Universidade Nacional de Chiba, Japão. Agraciado com o Prêmio Friedrich Hayek de Ensaios da Mont Pelerin Society, em Tóquio, por pesquisa no tema Escolhas Públicas e Livre Comércio.

domtotal.com

Delação de filho de Machado causa apreensão

 domtotal.com
A cúpula do PMDB no Senado ficou apreensiva com a delação de Expedito Machado Neto.
O acordo dele tramita junto com o do pai.
O acordo dele tramita junto com o do pai.

A cúpula do PMDB no Senado ficou apreensiva com a informação de que Expedito Machado Neto, o Did, fez acordo de delação premiada. Pelo acordo firmado com o Ministério Público, será repatriada parte dos recursos relacionados ao esquema de corrupção da Petrobras.

Como o jornal O Estado de S. Paulo revelou nesta terça-feira (31), o filho do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado também firmou acordo de delação com o Ministério Público, acompanhando a decisão tomada pelo pai. Homologados pelo Ministério Público, os dois acordos tramitam conjuntamente. 

Contudo, as revelações feitas por Did causaram mais preocupação à cúpula do Senado do que os áudios gravados por Machado. Isso porque, segundo investigadores, Did seria operador de um fundo de investimentos no exterior abastecido com dinheiro de propina. Filho caçula de Sérgio Machado, Did mora em Londres.

Sem vínculo

Advogados de Did, Fernanda Tórtima e Antônio Pitombo disseram, por meio de nota, que ele "jamais teve vínculo com qualquer político, partido político ou funcionou como operador financeiro do PMDB e tampouco controla ou detém fundo de investimento na capital da Inglaterra".

Cerca de R$ 700 milhões teriam passado pelas contas do filho do ex-presidente Transpetro, segundo pessoas próximas à família. Apesar de apreensivos, integrantes da cúpula do PMDB já preparam a versão de que o dinheiro das contas de Did são exclusivamente de Machado. Os senadores avaliam que os dois não teriam como comprovar que os valores pertencem a políticos do partido. 

Agência Estado

Portugal: Cortes ao ensino privado ameaçam educação «aberta a todos»


Agência Ecclesia 31 de Maio de 2016, às 11:11       

Responsável da Associação das Escolas Católicas lamenta que critérios «ideológicos» coloquem em causa a liberdade de escolha das famílias

Lisboa, 31 mai 2016 (Ecclesia) – O secretário-geral da Associação Portuguesa das Escolas Católicas (APEC) diz que a intenção do Governo em terminar os contratos de associação com as escolas privadas coloca em causa uma educação que “deve ser aberta a todos”.

“Aquilo que os governantes têm dito é que quem quiser escolher que pague e isto não está correto. Então e os pobres, não têm direito a escolher? Como é que o Estado pode garantir essa liberdade se não cria condições para que todos tenham acesso a ela?”, questiona Jorge Cotovio, em declarações à Agência ECCLESIA.

Para o diretor pedagógico do Colégio Conciliar de Maria Imaculada, em Leiria, a política em curso tem por base critérios meramente “ideológicos” e esquece o contributo que as escolas privadas, nomeadamente as “católicas”, sempre deram ao país e às suas populações.

Ao mesmo tempo, segundo Jorge Cotovio, o Governo aponta o ensino privado como um ator “supletivo” do panorama educacional, quando essa condição já ficou para trás há muito.

Até 2013, a lei referia-se à celebração de contratos de associação como forma de “suprir as carências do ensino estatal”.

Mas a partir desse ano, realça Jorge Cotovio, as escolas com contrato de associação passaram a ser classificadas como parte integrante da “rede de oferta pública de ensino" e das "opções oferecidas às famílias, no âmbito da sua liberdade de escolha no ensino do seu educando”.

“E os governantes atuais esquecem-se precisamente disto”, lamenta aquele responsável, que em 2012 publicou o livro ‘O Ensino Privado nas Décadas de 50, 60 e 70 do Século XX - O Contributo das Escolas Católicas’.

Jorge Cotovio recorda que todo o ensino público que hoje existe teve “na sua raiz escolas privadas”, nomeadamente as ligadas à Igreja Católica.

Salienta ainda que a celebração de contratos de associação com as escolas privadas "foi sempre por iniciativa do Estado, por carência da escola pública".

“O Estado solicitou ajuda a estas escolas mas habilmente e estrategicamente, foi construindo escolas em sítios localizados junto de escolas com contratos de associação e requalificou outras escolas que estavam mais ou menos perto”, contrariando a “lei de bases do sistema educativo”.

Uma lei que “diz que as escolas particulares e cooperativas fazem parte integrante da rede escolar e devem ser tidas em conta por uma questão de racionalização dos dinheiros públicos”, aponta Jorge Cotovio.

JCP

Dia Mundial da Criança: Crianças da Síria pedem a todo o mundo que reze pela paz neste dia 1 de junho

Agência Ecclesia 01 de Junho de 2016, às 09:17     
AIS
AIS
Papa Francisco associou-se à iniciativa que vai ser assinalada em várias cidades do país

Cidade do Vaticano, 01 jun 2016 (Ecclesia) – O Papa Francisco associou-se à iniciativa de oração pela paz na Síria que decorre hoje, 1 de junho, Dia Mundial da Criança, tendo como protagonistas os mais novos.

“Na próxima quarta-feira, 1 de junho, por ocasião do Dia Internacional da Criança, as comunidades cristãs da Síria, tanto católicas como ortodoxas, viverão em conjunto uma oração especial pela paz que terá como protagonistas precisamente as crianças”, disse, na Praça de São Pedro, antes da recitação da oração do ângelus, no último domingo

Francisco realçou que “as crianças sírias convidam as crianças de todo o mundo a unir-se a elas na oração pela paz”.

O Dia Mundial da Criança vai ser assinalado na Síria com um conjunto de procissões pela paz no país, em guerra desde 2011, com iniciativas previstas nas cidades de Damasco, Alepo, Homs, Tartus e Marmarita.

A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, quem tem acompanhado as comunidades católicas no terreno, informa em comunicado enviado à Agência ECCLESIA que “esta iniciativa inédita tem o apoio de todos os patriarcas da Síria” e “pretende ser replicada também em todo o mundo”.

A intenção é promover “uma grande oração pela paz lembrando as crianças que são, seguramente, das principais vítimas da guerra”.

A AIS convida escolas, paróquias e movimentos a unir-se a esta jornada de oração pela paz, “tendo presente o sofrimento dos filhos da Síria, causado por estes anos de conflito armado”.

O bispo de Lakatia, D. Antoine Chbeir, deixou votos, através da fundação pontifícia, “que outras crianças em redor do mundo sigam também o exemplo das crianças da Síria”.

Iniciada em 2011, a guerra civil na Síria já terá causado a morte a cerca de 470 mil pessoas, segundo dados do Centro Sírio para Pesquisa Política, a que se somam milhões de feridos, deslocados e refugiados, para além de elevados danos materiais.

OC

Media: Programa Ecclesia associou-se à campanha de oração pela paz com as crianças sírias

Agência Ecclesia 01 de Junho de 2016, às 10:40  
      
Hoje, alunos do Colégio São José rezam pela paz na RTP2 a partir 15h00

Lisboa, 01 jun 2016 (Ecclesia) – O programa de televisão Ecclesia, na RTP2, associou-se à campanha de oração pela paz na Síria que se realiza hoje Dia Mundial da Criança e ouviu a opinião de alunos do Colégio São José, no Restelo, sobre os refugiados.

No Dia Mundial da Criança tendo como protagonistas os mais novos a emissão do programa ECCLESIA na RTP2, a partir das 15h00, ouviu a opinião dos alunos do Colégio São José, no Restelo, após o visionamento do vídeo de Maryam Waleed.

A jovem refugiada iraquiana atualmente vive com a família numa caravana e conta que tem “saudades de casa” de onde teve de fugir em Qaraqosh.

Maryam Waleed faz parte dos 120 mil cristãos que fugiu do Iraque e com a ajuda da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, das irmãs dominicanas, e outras instituições sobrevive com a esperança de regressar a casa e revela que nas suas orações reza também pelo Autoproclamado Estado Islâmico – ISIS, “para que o amor mude os seus corações um dia”.

A aluna Joana Vieira considera que “é impossível sentir o que eles sentem” sem estar na mesma situação: “Acordar e não saber se estamos vivos no dia a seguir. Não saber se nos vamos despedir da nossa família, se vamos conseguir dizer um último adeus.”

A jovem estudante do Colégio São José considera essa forma de vida “horrível” e destaca que Maryam Waleed “é um exemplo” porque “reza” pelos que lhe fazem mal.

Já Miguel Rodrigues salienta a ajuda e o “sacrificar” de vida das irmãs Dominicanas que se doam aos outros para que tenham uma vida melhor e condena os “atos de terrorismo e outros crimes” do ISIS que se escondem na religião.

Outra opinião transmitida hoje no espaço da Igreja Católica, inserido no programa inter-religioso ‘A Fé dos Homens’ em emissão no serviço público de televisão, é por exemplo da estudante Francisca Fernandes que já tinha conhecimento da realidade dos migrantes mas até ver o vídeo acha que “nunca” tinham “pensado bem nisso”.

A aluna observa que estes vídeos são bons se ter “mesmo ideia do que está a acontecer, o que outros humanos fizeram” e o que se está “a ajudar para remediar”.

O Dia Mundial da Criança vai ser assinalado na Síria com um conjunto de procissões pela paz no país, em guerra desde 2011, com iniciativas previstas nas cidades de Damasco, Alepo, Homs, Tartus e Marmarita.

O Papa Francisco realçou que “as crianças sírias convidam as crianças de todo o mundo a unir-se a elas na oração pela paz”, na Praça de São Pedro, antes da recitação da oração do ângelus, no último domingo.

A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, quem tem acompanhado as comunidades católicas no terreno, informa em comunicado enviado à Agência ECCLESIA que “esta iniciativa inédita tem o apoio de todos os patriarcas da Síria” e “pretende ser replicada também em todo o mundo”.

A AIS convida escolas, paróquias e movimentos a unir-se a esta jornada de oração pela paz, “tendo presente o sofrimento dos filhos da Síria, causado por estes anos de conflito armado”.

Iniciada em 2011, a guerra civil na Síria já terá causado a morte a cerca de 470 mil pessoas, segundo dados do Centro Sírio para Pesquisa Política, a que se somam milhões de feridos, deslocados e refugiados, para além de elevados danos materiais.

CB

Fiéis participam da 137ª Romaria de Caravaggio

Dom Alessandro Ruffinoni presidiu missa de abertura da celebração mariana
Milhares de fiéis participaram, diariamente, das festividades da 137ª Romaria a Caravaggio, na diocese de Caxias do Sul (RS), ocorrida de 26 a 29 de maio.  
Com o lema “Mãe de Misericórdia: vida, doçura e esperança nossa, salve! ”, o primeiro dia da Romaria no Santuário, em Farroupilha (RS), reuniu 150 mil pessoas na Serra Gaúcha. O bispo diocesano, dom Alessandro Ruffinoni, presidiu missa campal, concelebrada por diversos padres da região. 
“A devoção de Nossa Senhora de Caravaggio, por si só, é um momento bonito para todos devotos, tornando o dia votivo repleto de significado. Estamos alegres e satisfeitos, porque reunimos a família dos devotos. Que tudo isso possa ser abençoado e possa render muitos frutos de misericórdia”, pontuou o Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, padre Gilnei Fronza.
No sábado, 28, aconteceu a 3ª Romaria da Juventude, com saída de Caxias do Sul. Os peregrinos participaram da peregrinação com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, que está visitando as 74 paróquias da diocese. A iniciativa integra o projeto Rota 300, com o lema “300 anos de bênçãos com a Mãe Aparecida, juventude em missão".
CNBB com informações e foto do Santuário de Caravaggio. 

Seminaristas do regional Oeste 1 da CNBB participam de Encontro Formativo

Evento reuniu cerca de 90 pessoas
O Serviço de Animação Vocacional (SAV) do regional Oeste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizou encontro com todos os seminaristas diocesanos do Estado do Mato Grosso do Sul, no dia 11 de maio. Este foi o quarto encontro realizado pela Pastoral Vocacional e reuniu cerca de 90 pessoas.
Durante a reunião, os participantes compartilharam o trabalho vocacional desenvolvido pelas sete dioceses que compõem o regional e discutiram as atividades executadas pela Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).
De acordo com o coordenador regional do SAV, padre Fabricio Pinheiro,  um dos objetivos do encontro foi tornar visível a presença da  Animação Vocacional, “não apenas no encaminhamento para a Casa de Formação, mas também durante o processo formativo nos seminários".
Na ocasião, os participantes também fizeram uma visita ao Seminário Maior Maria Mãe da Igreja, que está completando 39 anos de criação.
Estiveram presentes o bispo referencial do regional, dom Mariano Danecki; a representante da CRB, irmã Silvana Pauletti; reitores e formadores dos seminários diocesanos; o coordenador regional, padre Fabricio Pinheiro; coordenadores diocesanos do SAV; o diretor do Instituto de Teologia, padre José Adriano Stevanelli, e o secretário executivo do regional, irmão Sílvio da Silva.

Com informações do regional Oeste 1

Juventude: Comissão da CNBB organiza Caminho da Fé

Para a edição 2016, estão disponíveis 50 vagas para a peregrinação
Dentro da programação do “Projeto Rota 300”, a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB prepara a edição 2016 do “Caminho da Fé”, que acontecerá de 1º a 11 de julho.
A peregrinação reunirá jovens de diversas partes do Brasil, que percorrerão o trajeto entre município de Águas da Prata até Aparecida, no interior de São Paulo. Os participantes irão fazer trilhas com cerca de 500 km. O caminho acontece, tradicionalmente, há 12 anos. O trajeto é inspirado no Caminho de Santiago de Compostela. 
Para o bispo de Caxias (MA) e presidente da Comissão para a Juventude da CNBB, dom Vilsom Basso, a proposta do “Caminho da Fé” é motivar os peregrinos no testemunho do amor e da solidariedade. 
“Sentimo-nos estimulados a continuar servindo. Desde a realização da Jornal Mundial da Juventude Rio 2013, no Brasil,  abriram várias perspectivas de evangelização. Agora buscamos estimular essas iniciativas, principalmente, no campo da missão. Queremos levar a juventude a falar de Jesus, a testemunhar o seu amor e fazer que essa mensagem chegue ao coração de muitos outros jovens”, comenta dom Vilson.
Para a edição 2016, as vagas para o Caminho da Fé são limitadas.  
Inscrições e outros detalhes sobre a atividade no site: www.jovensconectados.org.br 
CNBB com informações dos Jovens Conectados. 

Diocese de Marabá realiza Congresso Eucarístico

Evento reuniu centenas de pessoas
Com o tema “Eucaristia e partilha na Amazônia Missionária” e o lema “Eles o reconheceram no partir do pão”, a diocese de Marabá (PA) realizou o seu primeiro Congresso Eucarístico, no dia 29 de maio, no Ginásio da Folha. Participaram do evento centenas de pessoas, entre elas, padres, lideranças de comunidades, pastorais, movimentos e seminaristas.
Para o bispo de Marabá, dom Vital Corbellini, o Congresso representou “um momento de graça e de confraternização a Deus Uno e Trino”. De acordo com ele, o Congresso "reuniu a diocese de Marabá ao redor da eucaristia".
O Congresso começou com a acolhida feita pela coordenação de pastoral das 29 paróquias que compõem a diocese de Marabá. Logo após, ainda no período da manhã, ocorreram orações e reflexões acerca do tema e o lema do evento. No decorrer da tarde, também houve apresentações artísticas.
A missa de encerramento foi presidida por dom Vital e concelebrada por padres e diáconos da diocese. Na ocasião, o bispo enfatizou que a Igreja particular de Marabá passa por problemas sociais, urbanos e agrários, mas que, apesar disso, é uma Igreja missionária, que “vai em busca das pessoas, dos pobres e dos necessitados”.
Ao finalizar, dom Vital exortou para que a “eucaristia seja o centro e o ápice de todas as atividades organizadas na Igreja particular de Marabá, pertencente à região da Amazônia”. 
CNBB

Papa Francisco nomeia bispo para prelazia de Marajó (PA)

No mesmo ato, foi acolhido pedido de renúncia de dom José Luís Azcona Hermoso
O papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 1º de junho, o pedido de renúncia apresentado pelo bispo da prelazia de Marajó (PA), dom José Luís Azcona Hermoso, OAR, de acordo com o cânon 401, parágrafo 1, do Código de Direito Canônico. No mesmo ato, o papa nomeou frei Evaristo Pascoal Spengler, OFM, como bispo da mesma prelazia. Atualmente, frei Evaristo atua como vice-ministro da Província Franciscana da Imaculada Conceição e como secretário do Secretariado da Evangelização. 
Frei Evaristo Spengler é natural de Gaspar (SC). Nasceu em 29 de março de 1959. Ingressou no Seminário Santo Antônio, em Agudos (SP), aos 17 anos. Cursou Filosofia e Teologia no Instituto Franciscano de Petrópolis (RJ). Possui especialização em Bíblia e pós-graduação em Teologia Bíblica pelo Studium Biblicum Franciscanum, em Jerusalém. 
Realizou a profissão solene na Ordem dos Frades Menores de 2 de agosto de 1982, na diocese de Petrópolis (RJ). Foi ordenado diácono em 21 de novembro de 1982 e presbítero, no dia 19 de maio de 1985.  
Na trajetória sacerdotal, atuou como pároco nas paróquias Sagrado Coração de Jesus, em Petrópolis (1983-1985); Nossa Senhora da Piedade, em Duque de Caxias (1985-1991); Nossa Senhora da Conceição, na diocese de Nova Iguaçu (1995-1996). No período de 2001 a 2010, esteve em missão na Angola. Foi presidente da Fundação Imaculada Mãe de Deus de Angola (2003-2006). Exerceu a função de vice-mestre de estudantes de Teologia (2013-2015) e Conselheiro da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil (2012-2015). 
CNBB