Os mísseis terra-ar são lançados de lançadores levados nos ombros pelos combatentes
A proliferação atual de mísseis portáteis terra-ar pode colocar em risco a segurança aérea se grupos extremistas, como o Estado Islâmico (EI), conseguirem pôr as mãos neles, destaca em informe uma organização governamental publicada em Washington.
"Os riscos associados ao tráfico de mísseis sofisticados são importantes, devido ao ganho de poder do grupo Estado Islâmico no Oriente Médio e o Norte da África", segundo um relatório preparado pelo instituto suíço Small arms survey.
"Derrubar um avião comercial seria coerente" com a escalada da violência que o grupo EI pratica para ganhar fama internacional, avalia o informe.
"A possibilidade de acesso do EI e de seus afiliados a estes mísseis sofisticados leva a crer em uma ameaça particularmente grave sobre a segurança aérea", acrescentou a fonte.
Os mísseis terra-ar são lançados de lançadores levados nos ombros pelos combatentes.
Segundo o informe, o EI e outros grupos extremistas têm várias fontes para conseguir armamento, segundo o informe.
No Iraque e na Síria, "grupos armados" já conseguiram "dezenas" de mísseis modernos, como o Igla-S russos e o FN-6 chinês.
O governo iraquiano também teria adquirido uns mil Igla-S no âmbito de um contrato de 4,2 bilhões de dólares, assinado em 2012 com a Rússia.
O governo do Sudão recebeu mísseis chineses QW2 e o Sudão se dispõe a fabricar mísseis terra-ar portáteis, destacou o relatório.
A Líbia se mantém como um local onde se disseminam mísseis. Uma foto recente mostra um míssil QW-2 chinês neste país, o que pode significar que estas armas já foram "enviadas para a África do Norte", destacou o documento.
Após a deposição de Muamar Kadhafi em 2011, "centenas, talvez milhares" de mísseis terra-ar mais antigos (Strela 2, de origem russo) tinham sido roubados dos depósitos do regime, lembra o informe.
Desde então, a presença destas armas foi reportada em pelo menos nove países da África do Norte e do Oeste.
O informe foi apresentado no centro de estudos e pesquisas americano Stimson Center.
"Os riscos associados ao tráfico de mísseis sofisticados são importantes, devido ao ganho de poder do grupo Estado Islâmico no Oriente Médio e o Norte da África", segundo um relatório preparado pelo instituto suíço Small arms survey.
"Derrubar um avião comercial seria coerente" com a escalada da violência que o grupo EI pratica para ganhar fama internacional, avalia o informe.
"A possibilidade de acesso do EI e de seus afiliados a estes mísseis sofisticados leva a crer em uma ameaça particularmente grave sobre a segurança aérea", acrescentou a fonte.
Os mísseis terra-ar são lançados de lançadores levados nos ombros pelos combatentes.
Segundo o informe, o EI e outros grupos extremistas têm várias fontes para conseguir armamento, segundo o informe.
No Iraque e na Síria, "grupos armados" já conseguiram "dezenas" de mísseis modernos, como o Igla-S russos e o FN-6 chinês.
O governo iraquiano também teria adquirido uns mil Igla-S no âmbito de um contrato de 4,2 bilhões de dólares, assinado em 2012 com a Rússia.
O governo do Sudão recebeu mísseis chineses QW2 e o Sudão se dispõe a fabricar mísseis terra-ar portáteis, destacou o relatório.
A Líbia se mantém como um local onde se disseminam mísseis. Uma foto recente mostra um míssil QW-2 chinês neste país, o que pode significar que estas armas já foram "enviadas para a África do Norte", destacou o documento.
Após a deposição de Muamar Kadhafi em 2011, "centenas, talvez milhares" de mísseis terra-ar mais antigos (Strela 2, de origem russo) tinham sido roubados dos depósitos do regime, lembra o informe.
Desde então, a presença destas armas foi reportada em pelo menos nove países da África do Norte e do Oeste.
O informe foi apresentado no centro de estudos e pesquisas americano Stimson Center.
AFP
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